quarta-feira, 20 de janeiro de 2021
O amor em tempos de pandemia...
Olha só, nem demorei mais de 7 anos para retornar para este espaço, contudo os 11 meses que separam o último texto desse momento pareceram ter mil anos. Estar em isolamento social, fez com que a minha vida que estava super agitada com viagens , sociais e pessoas novas tivesse uma bela de uma pausa. Pausa essa que me fez perceber certos desejos há muito escondidos e colocados dentro de um sarcófago. Estou falando do tal do amor. Ah o amor, nada roântico, nada amigável e em muitas vezes só te faz sentir raiva e ódio. Essa dualidade que ele nos apresenta nos leva a entender o real motivo das pessoas estarem escolhendo relacionamentos mais fáceis. Amar doí. Amar exige. Amar custa tempo e pessoas. O amor é lindo quando pode ser vivido em sua plenitude, mas é um algoz quando está atrelado à limitações. O amor é cuidado, mas também é correção. O amor é partilha, mas também é silêncio. Posso estar divagando muito aqui, mas a quest]ao é que voltei a pensar sobre o amor e espero separá-lo do medo paradoxo de tê-lo e ao mesmo tempo de não tê-lo. Vejo o amor como algo inatingível, ao menos por mim, e isso faz com que eu não o deixe existir, sufocando-o de todas as formas possíveis e impossíveis. Qualquer serial killer é um doce de pessoa perto do que posso fazer com o amor que por vez ou outra eu sinto.Divagar sobre o amor me fez querer contar os momento bons que ele já me proporcionou, mas isos fica para outro pensamento derramado em palavras em quem sabe daqui usn 11 meses...ou 7 anos rsrs
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